Para já conhecido como BP23, aquele que promete ser o mais potente e mais aerodinâmico dos modelos da marca, será o sucessor do espiritual do F1.

A divisão de operações especiais da McLaren, a MSO, está neste momento empenhada no desenvolvimento do seu segundo projeto, para já conhecido como BP23 – o 2 refere-se ao segundo projeto da MSO e o 3 ao número de lugares. Em causa está um “Hiper GT”, segundo a descrição do CEO da marca britânica, em declarações à Autocar, que terá uma produção limitada a 106 unidades – o mesmo do McLaren F1 original. Aliás, este modelo híbrido de três lugares (com configuração 1+2) é assumidamente um sucessor espiritual do F1, prometendo ser o mais potente e aerodinâmico da história da marca britânica, superando inclusivamente o P1, o atual topo de gama. “Será um carro para viagens longas, mas com níveis de performance e de envolvimento do condutor ao nível de qualquer outro McLaren”, garantiu Mike Flewitt. As portas serão de abertura em tesoura e haverá uma entrada de ar no tejadilho, que aludem ao supercarro dos anos 1990, desenhado por Gordon Murray.

Previsto para o início de 2019, o novo modelo (na imagem, num teaser oficial, libertado pela marca), que estará disponível apenas em formato coupé, já estará alegadamente esgotado, com todas as unidades a já terem sido adquiridas por clientes especiais. Estes poderão personalizar a sua própria unidade, nomeadamente as cores, decorações e alguns componentes. Cada unidade deverá rondar os 2 milhões de euros.

A encaixar na Ultimate Series, o BP23 deverá contar com um sistema híbrido que recorrerá a um motor V8 4.0 biturbo (desenvolvido para o novo 720S) e ao apoio de um motor elétrico e de um conjunto de baterias para um total de mais do que os 916 cv do P1 (que deixou de ser produzido em 2016). A produzir na nova fábrica de Sheffield (no Reino Unido), o novo modelo terá um chassis será totalmente novo, com elementos em fibra de carbono.

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