A marca britânica quer aproveitar o seu envolvimento da Fórmula E para desenvolver um supercarro 100% elétrico.

A McLaren continua a considerar seriamente a hipótese de lançar um modelo 100% elétrico. O fabricante de Woking atribui a estes modelos várias vantagens face aos modelos de combustão: além de ser mais simples em termos técnicos, tem um centro de gravidade mais baixo. De acordo com a Autocar, o envolvimento na Fórmula E (competição de carros elétricos) poderá reforçar esta estratégia de eletrificação – sobretudo ao nível do desenvolvimento de uma nova geração de baterias -, a ponto de estar a ser equacionado um conjunto de híbridos. No âmbito do plano Track 22, os britânicos querem ter metade da sua gama com híbridos até 2022.

Além disso, o McLaren poderá ir mais longe, podendo avançar com um topo de gama elétrico para substituir o híbrido P1 em 2023. Recentemente, o responsável pelo desenvolvimento da marca sublinhou os benefícios dos carros elétricos: “em termos de engenharia, os elétricos são muito bons”. Apesar disso,Mark Vinnels reconheceu que existem um carater mesmo visceral neste tipo de modelos, pelo menos atualmente.

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